Close Menu
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Finfluencers com pior desempenho são os que mais atraem seguidores, aponta estudo

setembro 15, 2026

Adelãyne lança “Primavera” e apresenta nova fase musical com álbum de sonoridade mais pop

setembro 15, 2026

Livraria Leitura amplia presença no Nordeste e inaugura terceira unidade em São Luís-MA no Rio Anil Shopping

setembro 15, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
Conexão Florida
Subscribe Login
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato
Conexão Florida
  • Home
  • Business
  • Buy Now
Início » Blog » Vírus Carinhoso apresenta “Karkará”, álbum que articula ancestralidade, território e paternidade a sonoridades afro-diaspóricas
Música

Vírus Carinhoso apresenta “Karkará”, álbum que articula ancestralidade, território e paternidade a sonoridades afro-diaspóricas

LucaBy Lucasetembro 15, 2026Nenhum comentário9 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Com 12 faixas, o projeto, que reúne feats com Urias, Vandal, Sued Nunes e outros, parte de experiências pessoais e de uma pesquisa sobre os adinkras para abordar memória, fé, luto e transformação

[ouça aqui]

O artistaVírus Carinhoso apresenta o álbum “Karkará”, trabalho autoral com 12 faixas lançado pela Natura Musical que reúne experiências pessoais e reflexões sobre ancestralidade, território, paternidade, luto, fé e transformação. O disco parte das vivências do artista, cria do subúrbio ferroviário de Salvador, e articula referências da música afro-diaspórica, como afrobeats, pagodão baiano, ijexá, samba-reggae e rap, a uma pesquisa sobre símbolos e conceitos que atravessam a construção musical e visual do projeto. Ouça aqui!

Com participações de Sued Nunes, Vandal, Chibatinha, Urias, Celo Dut, Aguidavi do Jêje e Novíssimo Edgar, Karkará traz referências que se conectam às vivências, memórias e questões que atravessam a trajetória de Vírus, aproximando temas como criação, existência, espiritualidade, território e transformação.

O projeto tem patrocínio de Natura Musical e do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda, e foi selecionado ao lado de DecoloniSate, Festival da Diversidade: Paulilo Paredão, Festival Frequências Preciosas, Gabi Guedes, Melly e Sued Nunes. No Estado, a plataforma da Natura já ofereceu recursos para 80 projetos de música até 2025, em diferentes formatos e estágios de carreira, como Margareth Menezes, Luedji Luna, Mateus Aleluia, Mahal Pita e Casa do Hip Hop da Bahia.

Um dos pontos de partida do projeto, que tem produção musical de Vírus Carinhoso, Zamba, Salamanka, Dactes, Silas Barreto, Tiago Simões, Gui Nakata e João Meirelles, é a pesquisa sobre os adinkras, símbolos de origem Akan associados a diferentes conceitos e valores. A investigação foi aprofundada durante a criação do álbum e orientou tanto a construção conceitual das músicas quanto parte de sua identidade visual.

“Karkará, para mim, é a conclusão de um ciclo e o começo de outro. Para mim, é um resultado desses cinco anos que eu vivi desde a pandemia para cá, um pedaço de mim que eu estou expondo no mundo. Além de ser uma grande porta para novas possibilidades de existência”, diz Vírus.

A narrativa do álbum começa com “Karkará”, última composição feita para o disco, que funciona como uma espécie de despedida ao apresentar a ideia de deixar para trás o karma, as opressões, as mazelas e os pensamentos limitantes. Escrita por Vírus e João Nascimento, a faixa abre caminho para um percurso de transformação que atravessa todo o trabalho. Em seguida, “Cada Criação”, com produção de Emerson Araújo, parte do adinkra Abode Santann, relacionado à criação e à totalidade do universo, para refletir sobre a singularidade de cada existência e sobre a possibilidade de criar e permanecer mesmo diante do caos.

A experiência de existir também aparece em “Quando o Negro Voa”, composta por Vírus e João Nascimento, que aborda a mortalidade de jovens negros e a diferença entre sobreviver e efetivamente viver. A imagem do voo surge como desejo de liberdade e futuro, questionando as condições necessárias para que jovens negros possam projetar suas próprias vidas. A relação com território, memória e passagem do tempo ganha espaço em “Pixo-Corpo-Grafia”, faixa que parte das vivências de Vírus na rua e da pichação como forma de registro e memória das experiências no espaço urbano. O adinkra Mmere Dane, associado à passagem do tempo e à transformação, acompanha essa reflexão sobre aquilo que ficou para trás.

Em um feat com Urias, “Aya” é uma música que tem o adinkra homônimo como referência, que representa inteligência, curiosidade, irreverência e coisas que não têm formas nem moldes. A canção fala sobre algo que não se encaixa aos padrões definidos pela sociedade.

Já “Tenha Fé”, feat com Chibatinha e Celo Dut, se relaciona ao Adinkra Gye Nyame, símbolo ligado à fé na supremacia e presença de Deus, criando no percurso do álbum um momento dedicado à dimensão espiritual e à relação entre fé e existência.

Em “Sunsum”, com participação de Sued Nunes, o artista parte do próprio adinkra Sunsum, associado àquilo que se herda do pai, para ressignificar sua experiência de paternidade enquanto filho. A faixa também se relaciona à sua devoção a Xangô, que Vírus identifica como seu pai de cabeça.

Vírus e Joia
(Vírus e Joia)

A paternidade assume outra perspectiva em “Carta aos Ancestrais”, primeiro single apresentado do projeto. Se em “Sunsum” a reflexão parte do lugar de filho, aqui Vírus fala como pai, dedicando versos ao filho, Joia, aos ancestrais que já partiram e aos que ainda nascerão. O adinkra Fihankra, associado à ideia de uma casa circular, representa para o artista a ancestralidade como uma árvore genealógica que atravessa gerações. A faixa conta com a participação do Aguidavi do Jêje e reforça a conexão do projeto com as tradições afro-brasileiras e com a ideia de continuidade entre diferentes gerações.

O movimento de ruptura continua em “Sem Medo”, representada pelo adinkra Akoben, relacionado ao chamado à ação, prontidão e voluntarismo. A faixa reforça a disposição para seguir adiante e enfrentar aquilo que se apresenta pelo caminho. Em “Fingem”, associada ao adinkra Wawa Aba, símbolo relacionado à resistência e à durabilidade de uma semente, essa ideia de permanência ganha uma dimensão ambiental. Com produção de Vírus e Pedro Salamanka, a música utiliza a imagem da semente para refletir sobre a relação com o meio ambiente e sobre a necessidade de resistência diante das transformações.

A estratégia aparece como metáfora em “Dame-Dame”, cujo nome vem do próprio adinkra ligado ao jogo de damas, à inteligência e à tomada de decisão. Com participação de Novíssimo Edgar, a faixa foi pensada como uma espécie de partida: Vírus realiza seu primeiro movimento e Edgar responde, construindo a ideia de jogo dentro da própria composição. Encerrando o percurso, “Letrado Baiano” é associado ao adinkra Nkonsonkonson, relacionado à unidade, comunidade e conexão. A faixa, que conta com participação de Vandal, retoma a ideia de vínculo coletivo e também amplia o universo visual e conceitual de Karkará, reforçando a percepção de que as experiências individuais estão sempre ligadas a uma história maior.

“Nestes 20 anos de atuação da plataforma Natura Musical, a música sempre foi o nosso lugar de encontro. Onde a gente se conecta com a nossa história, com as nossas emoções, onde a gente descobre novos jeitos de ver o mundo. Por isso, valorizamos toda a riqueza da música brasileira com projetos que despertem emoções, ecoem narrativas e inspirem atitudes que projetam um futuro plural, inclusivo e sustentável”, complementa Julia Ceschin, head global de Brand Experience da Natura e Avon.

A identidade visual acompanha esse percurso. A capa apresenta uma pintura em tela na qual os símbolos pesquisados durante o processo criativo inspiram uma composição simétrica, reunindo referências da natureza animal e humana. No centro, uma escultura de pássaro aparece com o ventre aberto, de onde surge a cabeça do próprio cantor. Na contracapa, os símbolos são relacionados às respectivas faixas, estabelecendo uma conexão direta entre a pesquisa e a estrutura do álbum. Preto e branco predominam na identidade visual, enquanto o vermelho aparece em detalhes e aplicações, retomando elementos da simbologia pesquisada e aproximando corpo, território, memória e transformação.

Faixa a faixa

Karkará
Escrita por Vírus e João Nascimento, a música apresenta a ideia de despedida que atravessa Karkará: deixar para trás o karma, as opressões, as mazelas e os pensamentos limitantes.

Cada Criação
A música, que tem produção de Vírus e Emerson Araújo, parte do adinkra Abode Santann, relacionado à criação e à totalidade do universo. A composição reflete sobre a singularidade de cada criação e sobre a possibilidade de existir mesmo dentro do caos.

Quando o Negro Voa
A faixa aborda a mortalidade de jovens negros e a diferença entre sobreviver e efetivamente viver. A música parte da imagem do voo como desejo de liberdade e futuro, questionando as condições necessárias para que jovens negros possam projetar suas próprias vidas.

Pixo-Corpo-Grafia
A música, produzida por Vírus e Silas Barreto, aborda território, rua e nostalgia a partir das vivências de Vírus. A pichação aparece como elemento de memória e registro das experiências do artista no espaço urbano. O adinkra Mmere Dane, relacionado à passagem do tempo e à transformação, acompanha essa reflexão sobre aquilo que ficou para trás.

Aya
Em um feat com Urias, é uma música que tem o adinkra Aya como referência, abordando inteligência, curiosidade, irreverência e coisas que não têm formas nem moldes.

Tenha Fé
A faixa, que tem feat com Chibatinha e Celo Dut, é associada ao adinkra Gye Nyame, símbolo ligado à fé na supremacia e presença de Deus. No percurso do álbum, funciona como um momento dedicado à dimensão espiritual e à relação entre fé e existência.

Sunsum
Com participação de Sued Nunes e produção de Silas Barreto, a faixa utiliza o próprio adinkra Sunsum, associado àquilo que se herda do pai. A partir dessa simbologia, Vírus ressignifica a própria ideia de paternidade enquanto filho, relacionando a música também à sua devoção a Xangô, seu pai de cabeça.

Carta aos Ancestrais
Com participação do Aguidavi do Jêje, a faixa amplia a reflexão sobre paternidade. Vírus fala a partir do lugar de pai, dedicando versos ao filho, Joia, aos ancestrais que já partiram e aos que ainda nascerão. O adinkra Fihankra, associado à ideia de casa circular, representa para o artista a ancestralidade como uma árvore genealógica que atravessa gerações.

Sem Medo
Representada pelo adinkra Akoben, relacionado ao chamado à ação, prontidão e voluntarismo, a canção, que tem produção de Vírus e Zamba, integra o movimento de ruptura proposto pelo álbum e reforça a ideia de disposição para seguir adiante.

Fingem
Associada ao adinkra Wawa Aba, símbolo relacionado à resistência e durabilidade de uma semente, “Fingem” traz uma dimensão de emergência ambiental. A produção é de Vírus e Pedro Salamanca, e a música utiliza a imagem da semente para abordar a relação com o meio ambiente.

Dame-Dame
O próprio nome da faixa vem do adinkra Dame-Dame, ligado ao jogo de damas, à estratégia e à inteligência. Com participação de Novíssimo Edgar, a música foi pensada como uma espécie de partida: Vírus faz seu movimento primeiro e Edgar responde, construindo a ideia de jogo e estratégia dentro da própria composição. O projeto tem produção de Silas Barreto, Gui Nakata e Tiago Simões.

Letrado Baiano
Associada ao adinkra Nkonsonkonson, relacionado à unidade, comunidade e conexão, a faixa, com participação de Vandal, encerra o percurso apresentado pelo álbum a partir da ideia de vínculo coletivo. O “Letrado Baiano” também aparece como elemento da identidade visual e conceitual de Karkará.

OUÇA “KARKARÁ” AQUI!

(Crédito: Meneson Conceição)

Vírus Carinhoso
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleSteven Wilson anuncia o novo álbum ‘Requiem For A Village’ e lança a faixa-título
Next Article Artistas estão virando seus próprios canais de mídia: Chase aposta no formato
Luca

Related Posts

Adelãyne lança “Primavera” e apresenta nova fase musical com álbum de sonoridade mais pop

setembro 15, 2026

Steven Wilson anuncia o novo álbum ‘Requiem For A Village’ e lança a faixa-título

setembro 15, 2026

Ezra Collective lança o aguardado novo álbum ‘Here Because of Hope’

setembro 15, 2026

FKJ lança novo álbum, ‘Tyber’

setembro 15, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Business

Finfluencers com pior desempenho são os que mais atraem seguidores, aponta estudo

By Lucasetembro 15, 20260

Pesquisa com mais de 29 mil influenciadores financeiros mostra que algoritmo da atenção tende a…

Adelãyne lança “Primavera” e apresenta nova fase musical com álbum de sonoridade mais pop

setembro 15, 2026

Livraria Leitura amplia presença no Nordeste e inaugura terceira unidade em São Luís-MA no Rio Anil Shopping

setembro 15, 2026

Dra. Silvana Corrêia é homenageada com o Prêmio Notável por sua excelência na estética avançada e trajetória

setembro 15, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Conexão Florida
Facebook Instagram
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato
© 2026 Conexão Flórida. BugNet.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.


Login form protected by
WPS Limit Login

Lost password?