Close Menu
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Cuidados paliativos começam no diagnóstico e caminham junto com o tratamento, explica geriatra

outubro 10, 2026

TDAH aos 17 anos: o diagnóstico que fez uma mãe rever 17 anos de história

outubro 10, 2026

Letícia Vitória lança clipe de “O Que Só Tem em Mim” e, no mesmo dia, grava nova música na Nine Music com os produtores Ollie e RD

outubro 10, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
Conexão Florida
Subscribe Login
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato
Conexão Florida
  • Home
  • Business
  • Buy Now
Início » Blog » Crescer sem estrutura custa caro
Business

Crescer sem estrutura custa caro

LucaBy Lucasetembro 24, 2026Updated:outubro 1, 2026Nenhum comentário7 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Juros altos inadimplência recorde e eleições aumentam o risco de decisões mal planejadas

Empresários que já definem expansão, contratações e orçamento para 2027 enfrentam um cenário em que erros de planejamento podem custar mais caro, sobretudo quando despesas avançam antes do caixa, dos processos e da capacidade de gestão.

Os números ajudam a dimensionar o risco. Em julho de 2026, a inadimplência empresarial atingiu o recorde de 9,2 milhões de CNPJs, com R$238,6 bilhões em dívidas, segundo a Serasa Experian. No mesmo mês, a taxa média do crédito livre para empresas chegou a 25,4% ao ano, de acordo com o Banco Central. Com a Selic ainda em 14% e o primeiro turno das eleições marcado para 4 de outubro, o planejamento para o próximo ano exige mais rigor nas decisões de crescimento.

O desafio é avançar sem transformar novas metas em pressão sobre margem, capital de giro e estrutura operacional. Em um período de crédito caro e maior incerteza econômica, contratar, investir ou ampliar a operação sem saber quanto o caixa suporta pode fazer o crescimento deixar de ser oportunidade e virar risco.

Para Ravell Nava, empresário, estrategista de crescimento e fundador da BRL Educação, escola voltada à formação prática de empresários, vender continua sendo condição para qualquer negócio avançar. O problema aparece quando o resultado comercial é usado para justificar uma expansão que a operação ainda não consegue sustentar. “Empresas saudáveis usam crédito para acelerar. Empresas desorganizadas usam crédito para sobreviver”, afirma Nava.

O alerta ganha peso entre os pequenos negócios. Dos 9,2 milhões de CNPJs negativados em julho, 8,7 milhões eram micro e pequenas empresas. Cada companhia inadimplente acumulava, em média, 7,3 contas em atraso, segundo a Serasa Experian. Para quem depende de capital de giro, financia estoque ou precisa recorrer aos bancos para ampliar a operação, juros elevados tornam erros de planejamento mais difíceis de corrigir.

Quando a estrutura fica para trás

É comum que o crescimento comercial venha acompanhado de aumento da folha, novas funções, mais fornecedores, investimentos em marketing, tecnologia, estoque ou abertura de unidades. O risco está em assumir esses compromissos antes de saber quanto da receita adicional efetivamente se transforma em margem e dinheiro disponível.

“Faturamento sozinho não resolve uma empresa. É possível bater recorde de vendas e continuar sem dinheiro”, ressalta Nava.

A conta pode se complicar porque boa parte dos gastos de uma expansão aparece antes do retorno. A contratação precisa ser paga desde o primeiro mês. Estoque exige desembolso. Uma nova unidade acrescenta aluguel, equipamentos e equipe. Se a receita demora mais que o previsto ou o prazo de recebimento aumenta, é o caixa que absorve a diferença.

Por isso, faturamento não deveria ser analisado isoladamente. Margem, geração de caixa, despesas fixas, produtividade, conversão comercial, prazo de recebimento e rentabilidade por produto ou serviço ajudam a mostrar se o avanço está fortalecendo a companhia ou apenas aumentando seu tamanho.

A liderança é outro ponto de atenção. No início, é natural que o fundador venda, contrate, acompanhe clientes e tome boa parte das decisões. Conforme a operação cresce, porém, manter tudo concentrado na mesma pessoa pode atrasar respostas e impedir a formação de gestores capazes de assumir responsabilidades.

A pergunta, segundo Nava, é o que aconteceria se aquela companhia dobrasse de tamanho nos próximos meses. Se todas as aprovações, negociações, contratações e decisões financeiras ainda precisassem passar pelo proprietário, o aumento de demanda poderia expor um gargalo que antes permanecia escondido.

2027 precisa de mais de um plano

A proximidade das eleições adiciona incerteza ao planejamento empresarial. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro e, onde houver, o segundo ocorrerá em 25 de outubro. Para o dono de negócio, a discussão não precisa passar por prever o resultado das urnas, mas por reconhecer que expectativas sobre política fiscal, câmbio, inflação, atividade e trajetória dos juros podem mudar.

O próprio Banco Central tem reforçado a necessidade de cautela. Ao reduzir a Selic para 14% em agosto, o Comitê de Política Monetária destacou que as expectativas de inflação para 2026 e 2027 continuavam acima da meta e que a política monetária deveria permanecer restritiva.

Nesse contexto, o planejamento para o próximo ano pode trabalhar com pelo menos três hipóteses. Uma projeção-base, outra mais conservadora e uma terceira de expansão. Em cada uma delas, o empresário deve testar receita, margem, despesas, contratações, investimentos e necessidade de capital de giro.

Isso permite responder a perguntas antes de o problema chegar ao caixa. Quanto tempo a empresa consegue operar se a receita ficar abaixo do previsto? Quais investimentos podem ser adiados? Quanto uma nova contratação precisa produzir para justificar seu custo? Qual é o limite de endividamento que a operação suporta? E quais despesas seriam revistas primeiro caso o ritmo de vendas diminua?

“O empresário não controla juros, tributação ou o que acontece na economia”, afirma Nava. Para ele, a preparação está em dominar as variáveis internas que podem ser medidas e corrigidas.

Cinco pontos antes de acelerar

O primeiro cuidado é a caixa. Projetar entradas e saídas para os próximos meses permite identificar necessidades financeiras antes que elas se transformem em emergência. O segundo é margem. O crescimento só ganha sustentação quando a nova receita também consegue remunerar a operação e financiar os próximos passos.

O terceiro está no crédito. Com taxas elevadas, dívida precisa estar associada a uma finalidade e a uma perspectiva mensurável de retorno. Recorrer continuamente aos bancos para cobrir salários, fornecedores e despesas recorrentes pode indicar um desequilíbrio operacional que o novo financiamento apenas posterga.

O quarto ponto envolve pessoas. Contratar mais sem definir função, metas, responsabilidades e processos pode elevar custos sem produzir o ganho de capacidade esperado. O quinto é acompanhamento. Indicadores precisam chegar ao empresário enquanto ainda existe tempo para corrigir a rota, e não apenas no fechamento contábil.

A própria trajetória da BRL passou por esse desafio. Criada em 2021, a escola transformou em um ecossistema de educação nascente em um negócio que alcançou mais de 80 milhões de reais em faturamento nos últimos cinco anos e informa ter impactado mais de 20 mil empresários. O avanço exigiu ampliar equipe, produtos, lideranças e capacidade de execução sem manter todas as decisões concentradas no fundador.

Para Nava, chegar a esse estágio exige construir estrutura enquanto a receita cresce, e não depois. O desafio para quem prepara 2027, portanto, não é escolher entre vender ou organizar a casa. É fazer as duas coisas avançarem juntas.

Com crédito caro, inadimplência empresarial no maior nível da série e decisões econômicas importantes pela frente, a margem para corrigir uma expansão mal calculada ficou menor. Crescer continua sendo objetivo de qualquer negócio, mas o tamanho da oportunidade precisa caber no caixa, na equipe e na capacidade de execução.

Sobre Ravell Nava

Ravell Nava é empresário, estrategista de crescimento e fundador da Brl Educação, escola de negócios voltada à formação prática de empresários no Brasil. Atua no desenvolvimento e aceleração empresarial com foco em marketing, vendas, gestão e escala, combinando Inteligência Artificial e a experiência de mercado com aplicação direta no ambiente corporativo.

À frente da Brl Educação, já impactou mais de 20 mil empresários em programas presenciais e formações executivas realizadas em diferentes regiões do país. Também possui um programa de desenvolvimento para empresários de elite com mais de 150 participantes e participou da condução de projetos que, segundo a empresa, contribuíram para mais de R$17 bilhões em faturamento gerado por alunos e mais de R$80 milhões em receitas próprias nos últimos anos.

Para mais informações: (instagram: @ravellnava | youtube: @ravellnava | linkedin: ravellnava)

Sobre a Brl Educação

A Brl Educação é um ecossistema com soluções para empresas, especializada em capacitação prática para empresários, líderes e gestores que buscam crescimento estruturado.

Fundada com a proposta de aproximar conhecimento e execução, a empresa desenvolve treinamentos, mentorias, formações presenciais e soluções proprietárias voltadas a marketing, vendas e gestão.

A companhia informa já ter impactado mais de 20 mil empresários, promovido mais de 70 formações presenciais e realizado cinco expedições internacionais de negócios. Com atuação nacional, mantém agenda contínua de programas voltados a produtividade, expansão empresarial e geração de resultados.

Para mais informações: (site: brleducacao.com.br | instagram: @ravellnava @brl.educacao | youtube: @brleducacao)

(Crédito: Divulgação)

Brl Educação Ravell Nava
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticlePetSul começa neste sábado (26) na Grande Florianópolis e movimenta mercado pet
Next Article Da Placa de R$ 100 Mil ao Marco de R$ 1 Milhão: A Trajetória de Sucesso de Wesley Zugel e a Expansão nos Negócios
Luca

Related Posts

Giovanna Veríssimo entrega joia da Herreira à Miss Brasil Beleza Internacional

outubro 9, 2026

Roberto Nogueira explica por que nome limpo e score alto não garantem acesso ao crédito

outubro 9, 2026

Rosatom amplia perspectivas de cooperação nuclear com o Brasil em projeto internacional de pesquisa

outubro 9, 2026

Projeto Porongaço mobiliza 21 municípios e mais de 400 comunidades pela regularização de 47 territórios extrativistas no Pará

outubro 9, 2026

Comments are closed.

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Saúde

Cuidados paliativos começam no diagnóstico e caminham junto com o tratamento, explica geriatra

By Lucaoutubro 10, 20260

Em torno do Dia Mundial de Cuidados Paliativos, em 10 de outubro, geriatra cooperada da…

TDAH aos 17 anos: o diagnóstico que fez uma mãe rever 17 anos de história

outubro 10, 2026

Letícia Vitória lança clipe de “O Que Só Tem em Mim” e, no mesmo dia, grava nova música na Nine Music com os produtores Ollie e RD

outubro 10, 2026

3 Palavrinhas ao vivo e Stellinha: Aguiar MultiMusic leva a música cristã infantil aos palcos de todo o país

outubro 9, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Conexão Florida
Facebook Instagram
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato
© 2026 Conexão Flórida. BugNet.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.


Login form protected by
WPS Limit Login

Lost password?