Close Menu
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Amamente-se Helena Kwiatkowskyj e as estratégias para manter o aleitamento materno no retorno ao trabalho

setembro 8, 2026

Água mineral saltos: Clair da Silveira Savino lidera expansão estratégica e consolida marca no mercado paraguaio

setembro 8, 2026

Rejane Pauletti consolida trajetória marcada por visão estratégica e liderança no setor empresarial

setembro 8, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram Vimeo
Conexão Florida
Subscribe Login
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato
Conexão Florida
  • Home
  • Business
  • Buy Now
Início » Blog » Atendimento vira fator de sobrevivência no varejo
Business

Atendimento vira fator de sobrevivência no varejo

LucaBy Lucasetembro 8, 2026Nenhum comentário6 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp VKontakte Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Levantamento da ROX com 3,5 mil
avaliações de cliente oculto mostra que 61% das marcas começam em níveis
preocupantes de atendimento e aponta impacto da melhora da experiência sobre
vendas e recompra

Em um cenário de pressão sobre o varejo
brasileiro, um problema que muitas empresas ainda tratam como subjetivo pode
estar afetando diretamente vendas, recompra e fidelização: o atendimento.
Levantamento da ROX Consultoria,
realizado a partir de 3.500 avaliações de cliente oculto nos últimos 12 meses,
mostra que 61% das marcas avaliadas chegam à primeira análise apresentando
falhas relevantes na experiência oferecida ao consumidor.

A empresa classifica os resultados das
avaliações em quatro níveis de maturidade: Zona Crítica, Zona Atenção, Zona
Neutra e Zona ROX, sigla para Return on Experience, conceito utilizado pela
consultoria para relacionar a qualidade da experiência proporcionada ao cliente
aos resultados do negócio. Na primeira avaliação, antes de qualquer processo de
ajuste, 28% das marcas analisadas estão na Zona Crítica e 33% na Zona Atenção.
Apenas 9% já começam na Zona ROX.

Para Gustavo Henrique Campos Nunes, da ROX
Consultoria, o problema é que muitas empresas descobrem uma deterioração na
experiência somente depois que ela começa a aparecer nos indicadores
financeiros. “O cliente não avisa que decidiu não voltar. Ele simplesmente
deixa de comprar. Quando uma empresa olha apenas para faturamento, pode
perceber o problema tarde demais. O cliente oculto permite enxergar o que está
acontecendo na operação antes que a perda de experiência se transforme
definitivamente em perda de receita”, explica.

Os dados da ROX mostram também que
atendimento não é um indicador imutável. Entre empresas submetidas a pelo menos
três ciclos de avaliação, retorno e ajustes, realizados ao longo de
aproximadamente seis meses, a participação das marcas nas zonas Crítica e
Atenção cai de 61% para 22%. Ao mesmo tempo, a parcela que alcança a Zona ROX
passa dos 9% iniciais para 31%, mais de três vezes o patamar registrado na
primeira avaliação.

A transformação, entretanto, não acontece
de uma semana para outra. Segundo o levantamento, uma marca leva, em média,
três a quatro meses de trabalho contínuo para deixar a Zona Crítica. Para
Gustavo, esse período mostra por que avaliações pontuais dificilmente conseguem
mudar uma cultura de atendimento. “Medir uma vez produz uma fotografia. O que
transforma a operação é o ciclo: medir, identificar a falha, devolver a
informação para a gestão, corrigir, treinar e medir novamente. Quando isso se
torna recorrente, a empresa consegue verificar se o comportamento realmente
mudou na ponta”, afirma.

Melhora chega ao caixa

Um dos resultados mais relevantes do
levantamento aparece quando a evolução do atendimento é comparada aos
indicadores comerciais. Entre clientes que saíram da Zona Atenção e chegaram à
Zona ROX, a consultoria registrou aumento médio de 23% no ticket médio e de 31%
na taxa de recompra, dentro dos quatro meses seguintes à mudança de
classificação.

No grupo de empresas em que o faturamento
por loja também era acompanhado, houve crescimento médio de 14%, sem alteração
relevante de preço ou mix de produtos durante o período analisado.

“Existe uma tendência de associar
crescimento de venda quase exclusivamente a preço, promoção, mídia ou aquisição
de novos clientes. Os nossos dados mostram outra variável que precisa entrar
nessa discussão: o que acontece quando o consumidor já está dentro da loja,
falando com o vendedor ou tentando ser atendido por um canal digital. Há
receita sendo conquistada ou perdida justamente nesse momento”, observa
Gustavo.

A percepção do consumidor acompanha essa
evolução. Entre as empresas da base da ROX que monitoram continuamente o NPS, a
média antes do início do programa de cliente oculto era de 32 pontos. Depois de
três ciclos completos de avaliação e correção, passou para 58 pontos.

Venda adicional é maior falha

O levantamento também identificou onde
estão alguns dos principais gargalos do atendimento. O item com maior índice de
reprovação é a oferta de produtos ou serviços adicionais durante a venda,
ausente ou inadequada em 72% dos atendimentos avaliados. Logo depois aparece o
follow-up de pós-venda, com falhas em 67% das avaliações. A abordagem inicial
do vendedor demonstrando interesse pelo consumidor apresenta índice de falha de
59%, enquanto o tempo de resposta nos canais digitais é inadequado em 54% dos
casos analisados.

Para Gustavo, os números revelam
oportunidades que muitas vezes independem de grandes investimentos. “Estamos
falando de situações muito básicas da jornada: receber bem, demonstrar
interesse, entender a necessidade, oferecer algo complementar quando fizer
sentido e voltar a falar com aquele consumidor depois da compra. Muitas
empresas investem fortemente para trazer uma pessoa até a marca e perdem
oportunidades justamente depois que ela chegou”, avalia.

Desempenho varia por setor

A análise das 3.500 avaliações também
encontrou diferenças importantes entre segmentos. Farmácias e produtos de saúde
apresentam a maior aderência média aos critérios avaliados, com 68%, seguidos
pelo setor de alimentação, com 61%. O segmento de moda registra 54%, enquanto
eletroeletrônicos aparece com 49% de aderência média ao checklist, o menor
desempenho entre os setores destacados no levantamento.

Segundo Gustavo, mais importante do que
comparar empresas de segmentos diferentes é acompanhar a evolução da própria
operação. Uma rede pode descobrir, por exemplo, unidades com comportamentos
completamente distintos mesmo seguindo os mesmos processos, treinamentos e
padrões definidos pela matriz.

“Uma marca não é aquilo que está escrito no
manual de atendimento. Para o consumidor, a marca é aquilo que acontece quando
ele entra na loja, manda uma mensagem, pede ajuda ou tem um problema. Se a
promessa da empresa não chega à ponta, existe uma distância entre a marca que a
gestão acredita ter construído e aquela que o cliente realmente experimenta”,
afirma.

Para o executivo, em um ambiente de maior
pressão sobre margens e necessidade de retenção, medir atendimento deixa de ser
apenas uma ferramenta de controle de qualidade. “Em momentos difíceis,
conquistar novos clientes tende a ficar ainda mais caro. Fazer quem já entrou
comprar melhor, voltar e recomendar a marca passa a ter um peso enorme.
Atendimento não resolve sozinho uma crise empresarial, mas ignorar o que
acontece na experiência do cliente significa administrar uma parte importante
do negócio sem dados”, conclui Gustavo Henrique Campos Nunes.

Serviço: ROX Consultoria – Cliente
oculto

Gustavo Nunes

Gestor Comercial

41 98409-3226

@roxconsultoria

contato@roxconsultoria.com.br

www.roxconsultoria.com.br

(Crédito: Arquivo Pessoal / Web)

Gustavo Nunes ROX Consultoria
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr WhatsApp Email
Previous ArticleBinho Ribeiro apresenta repertório do álbum “VIBRA” em show gratuito no Centro Cultural Vila Itororó nesta sexta-feira (11)
Next Article Parceria entre Rise, Dexcap e Pacífico Sul amplia o acesso ao mercado de imóveis de leilão com ativos digitais
Luca

Related Posts

Água mineral saltos: Clair da Silveira Savino lidera expansão estratégica e consolida marca no mercado paraguaio

setembro 8, 2026

Rejane Pauletti consolida trajetória marcada por visão estratégica e liderança no setor empresarial

setembro 8, 2026

Tauron Broker: corretora internacional segura para operar sem medo de ter seu capital travado

setembro 8, 2026

Parceria entre Rise, Dexcap e Pacífico Sul amplia o acesso ao mercado de imóveis de leilão com ativos digitais

setembro 8, 2026
Leave A Reply Cancel Reply

Demo
Our Picks
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Don't Miss
Saúde

Amamente-se Helena Kwiatkowskyj e as estratégias para manter o aleitamento materno no retorno ao trabalho

By Lucasetembro 8, 20260

O retorno ao mercado de trabalho após a licença-maternidade representa um dos momentos mais desafiadores…

Água mineral saltos: Clair da Silveira Savino lidera expansão estratégica e consolida marca no mercado paraguaio

setembro 8, 2026

Rejane Pauletti consolida trajetória marcada por visão estratégica e liderança no setor empresarial

setembro 8, 2026

Brasil sediará o II Congresso Internacional de Autismo & NDBI trazendo as maiores referências mundiais em intervenção precoce

setembro 8, 2026

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from SmartMag about art & design.

Conexão Florida
Facebook Instagram
  • Home
  • Turismo
  • Lifestyle
  • Parques de Diversão
  • Contato
© 2026 Conexão Flórida. BugNet.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Sign In or Register

Welcome Back!

Login to your account below.


Login form protected by
WPS Limit Login

Lost password?